A torcida do São Paulo pretende jogar pétalas no ônibus do Corinthians na chegada do time ao Morumbi, neste domingo, para o primeiro duelo da final do Paulistão (veja na foto abaixo as pétalas reunidas em caixas).

A mobilização aconteceu após o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, dizer que o time não entrará em campo, caso os vidros do ônibus sejam quebrados por pedradas na porta do estádio.

A informação de que torcedores pretendem jogar pétalas no ônibus corintiano circulou nos bastidores do São Paulo nos últimos dias. Há, no entanto, a ponderação de que os tricolores ficarão longe do ônibus, por conta do esquema de segurança para a final. Por isso, não há a garantia de que os torcedores terão sucesso na ação.

Na sexta-feira, as autoridades definiram que a praça Roberto Gomes Pedrosa será isolada na chegada dos ônibus dos times ao Morumbi. Também está previsto um bloqueio com um raio de isolamento maior para o principal local de acesso das delegações ao estádio.

Mais de 53 mil ingressos foram vendidos (será o recorde de público do Paulistão). Restam apenas entradas para os camarotes. A previsão é de um público de aproximadamente 60 mil pessoas.

– Isso, não está proibida (a festa). Vamos fazer esse esquema de segurança até para ver se aprimoramos isso. A Polícia Militar tem muita competência. Haverá plantão das autoridades e do MP – disse Paulo Castilho, promotor do Ministério Público de São Paulo.

Outras medidas de segurança também foram definidas para a final do Paulistão deste domingo:

As avenidas Giovanni Gronchi e Jules Rimet, principais vias de acesso ao Morumbi, estarão interditadas para a circulação de carros a partir de 13h30;
Os portões do Morumbi serão abertos a partir das 13h30. Ou seja, meia hora antes do habitual.
– A PM traçou um plano. Terão policiais descaracterizados. Acreditamos que vamos dar tranquilidade ao Corinthians e ao ônibus para poderem chegar. As liderança das torcidas “Independente” e “Dragões” estão trabalhando para ajudar as forças públicas para coibir quem quiser praticar ato de violência. Vão ter policiais a paisana como torcedor comum. Acredito muito que vai dar tudo certo. Vamos trabalhar para prender quem aprontar. Se for o caso autuar por formação de quadrilha, ato de lesão corporal, enfim, o poder público estará todo atento –afirmou Castilho.

– Queremos fechar com chave de ouro o campeonato, com aumento de público, diminuição de ocorrências, economia de efetivo policial e aumento expressivo de familiares, com mulheres, crianças e casais nos estádios. Faltam dois jogos – finalizou Castilho.

Fonte: Globo Esporte

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