O técnico Fábio Carille já disse a equipe do Corinthians está definida e que a variação acontece de acordo com o adversário. Contra a Ferroviária, ele justificou a presença de Vagner Love no time titular por causa da intensidade da partida.

“A gente sabia que o Pedrinho não aguentaria os 90 minutos. Então tínhamos de escolher se ele começaria em campo ou entraria no decorrer do jogo”, comentou. O Santos, adversário de domingo pelas semifinais do Campeonato Paulista, tem estilo de jogo parecido com o rival anterior.

São equipes que gostam de ter a posse de bola, que buscam passes curtos, rodam até encontrar espaço na defesa oponente. É o estilo de jogo que desgasta o adversário, coloca os marcadores para correr. Pedrinho, de acordo com o ponto de vista de Carille, não aguentará a partida toda novamente.

Com Clayson e Gustagol em alta, a briga por posição deverá continuar entre Vagner Love e Pedrinho. A tendência é que o primeiro comece em campo. No entanto, o treinador pode optar pela estratégia de dar mais toque de bola ao time no primeiro tempo. Então Pedrinho poderia começar e, na etapa final, dar lugar a seu concorrente de posição.

Outra dúvida está na armação das jogadas. Na quarta-feira, Carille escolheu Jadson, que se apresenta mais para o jogo. Sornoza o substituiu na etapa final e tem como ponto forte as bolas paradas. O Corinthians contará mais uma vez com Gustagol de centroavante. Ou seja, um cruzamento na medida pode definir o clássico.

Corinthians e Santos fazem o primeiro jogo da semifinal no domingo, às 16h, em Itaquera. A volta acontecerá na segunda-feira (dia 8), às 20h, no Pacaembu. O outro duelo terá Palmeiras e São Paulo, com o jogo de ida no sábado.

Fonte: Estadão

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