A notícia que agitou a quinta-feira dos corinthianos foi a possibilidade de Fábio Carille voltar para a Arábia Saudita, diante de um suposto interesse do Al Hilal, como noticiou o Globoesporte.com. O blog do jornalista Jorge Nicola, do Yahoo Esportes, apurou que o treinador corinthiano acabou sendo oferecido ao clube mais rico do país.

A sugestão partiu de Eduardo Maluf, empresário com melhor trânsito entre todos os brasileiros na Arábia Saudita. O Al Hilal está à procura de técnico depois de ficar com o vice-campeonato nacional – perdeu por um ponto para o Al Nassr.

O Al Hilal havia começado a temporada com Jorge Jesus, que abandou o emprego em janeiro, irritado com a postura do dono do clube – ele teria de aceitar uma prorrogação do contrato por mais dois anos ou deveria ir embora imediatamente. Foi o que o treinador português fez.

O brasileiro Péricles Chamusca foi quem terminou a temporada à frente do Al Hilal, mas não faz parte dos planos do clube.

Aos mais próximos, Carille demonstrou desconhecer a informação de que foi oferecido. Pelo contrário. No contato com alguns atletas mais próximos no Corinthians, ele alegou que recebeu uma consulta do Al Hilal.

Já a diretoria alvinegra assegura que não tem qualquer informação sobre um eventual interesse dos sauditas. “Ninguém nos procurou para falar nada a respeito”, assegura uma pessoa muito próxima ao presidente Andrés Sanchez.

Da água para o vinho: O Al Wehda, clube que tirou Carille do Corinthians no ano passado, é incomparavelmente menor que o Al Hilal. Um dos auxiliares do treinador na empreitada saudita chegou a dizer ao Blog que o Al Hilal é o Real Madrid da Arábia Saudita.

“Eles pagam R$ 30 mil por vitória. E em dinheiro, logo depois do jogo”, explica. “O clube é tão rico, mas tão rico, que só viaja em um avião particular, do próprio clube”, acrescenta. O Al Hilal também conta com a base da seleção saudita e possui uma infraestrutura de dar inveja até nos grandes clubes do mundo.

Já no Al Wehda, que havia acabado de subir da segunda para a primeira divisão, a realidade foi completamente diferente. A estrutura para treinos e recuperação dos jogadores é precária. Apesar do alto investimento em reforços, o clube é considerado pobre perto dos gigantes da Arábia Saudita.

Fonte: Blog do Jorge Nicola

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