Henrique e Manoel: a dupla (quase) sertaneja.


Henrique e Manoel: a dupla (quase) sertaneja.

Apesar do bom momento atual do time do Corinthians, que não perde há 8 jogos, uma dupla de jogadores do elenco ainda incomoda muito a fiel torcida: os zagueiros titulares Henrique e Manoel.

Henrique já teve passagens por Barcelona-Esp, Napoli-Ita e outros times da Europa. No Brasil, jogou pelo rival e foi capitão do Fluminense, além de ter disputado a Copa do mundo de 2014 pela seleção.

Manoel surgiu bem pelo Athético e foi disputado por diversas equipes do futebol nacional, quando acertou com o Cruzeiro. Atuou na equipe mineira por 5 anos, sendo campeão Brasileiro (2014), Mineiro (2018) e bicampeão da Copa do Brasil (2017/2018).

Foto: Daniel Augusto Jr/Agência Corinthians

No papel e pelo histórico de cada um deles no meio do futebol, poderíamos trata-los como boas peças para o time. Porém, na prática, não é bem assim.

A dupla que chegou a animar os torcedores no início da temporada, já disputou 9 jogos pelo Timão e não agradou. No início ainda havia confiança, mas os recorrentes erros em campo acabaram com a paciência da fiel: o Corinthians é a pior defesa entre os times da primeira divisão nacional.

Os zagueiros erram passes curtos, arriscam lançamentos em momentos inoportunos, fazem faltas e pênaltis bobos e não transmitem confiança para o restante do time.

Podemos fazer a comparação com uma dupla sertaneja, como Zé Neto e Cristiano, que cantam músicas que fazem qualquer coração partido chorar. Henrique e Manoel, a dupla de zaga alvinegra, faz 30 milhões de fiéis chorarem todos os jogos.

Mesmo assim, Carille insiste em banca-los como titulares. O professor confia na melhora de ambos e não abre mão de sua zaga titular. Pode até ser que após mais alguns jogos a dupla encaixe, mas por enquanto vem prejudicando muito o time, entregando gols para o time adversário mesmo quando o Timão está fazendo um bom jogo.

Pelo bem dos outros jogadores do elenco, pelo bem da torcida e dos próprios Henrique e Manoel, o mais correto seria os dois esquentarem o banco de reservas por alguns jogos, até retomarem a confiança e voltarem a ser o que já foram um dia.

Enquanto isso não acontece, vamos torcer para a dupla melhorar dentro das quatro linhas ou, porque não, resolver mudar de carreira e ir fazer outro tipo de público sofrer: os fãs de música sertaneja.



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