Carille rasga elogios a Clayson e parabeniza Corinthians por suportar maratona


O técnico Fábio Carille acredita que a maratona de jogos enfrentada pelo Corinthians afetou o desempenho da equipe no empate em 1 a 1 com o São Bento, em Sorocaba, neste sábado. Para o treinador, o Timão sentiu o desgaste físico, principalmente no segundo tempo.

Após a partida, Carille abriu a sua entrevista coletiva parabenizando jogadores, diretoria, comissão técnica e demais funcionários do Corinthians pelo fato de o time ter obtido bons resultados em meio à uma dura sequência de jogos:

– Foram 13 jogos em 28 dias, com viagens em cima. Com pouco treinamento e mais na base da conversa. Então foi um período de muito aprendizado, de bastante sacrifício de todos. Principalmente dos atletas. Primeiro quero agradecer a todos, elenco, comissão e estafe por essa maratona. Acredito que a gente saia com saldo positivo de tudo isso agora – comentou.


– No segundo tempo senti o time rendendo menos. O Sornoza esteve abaixo do que apresentou no primeiro tempo, o Junior Urso sentiu e também o Richard por não estar jogando. A questão física foi um ponto que nos atrapalhou bastante no segundo tempo – analisou Carille.

Com o 1 a 1 com o São Bento, o Timão se manteve na liderança do Grupo C do Paulistão, com 14 pontos, um a mais que a Ferroviária e quatro à frente do Bragantino, que joga neste domingo contra o São Paulo.

Após o empate em Sorocaba, o elenco alvinegro ganhou dois dias de folga. Os jogadores se reapresentam na tarde de terça-feira, no CT Joaquim Grava, quando inicia a preparação para o clássico contra o Santos, domingo, na Arena Corinthians.

Confira outros trechos da entrevista coletiva de Fábio Carille:

Preparação

– Sobre o jogo, fui conversando com os atletas e sentindo. Na sexta, senti muitos jogadores cansados pela nossa viagem e a intensidade do jogo lá. Então ali já comecei a formar o time. Sabíamos da dificuldade com mudanças e pouco treinamento. Então é mais na base da conversa do que qualquer coisa. Saio satisfeito pelo resultado não só hoje como os que vêm acontecendo.

Clayson

– A gente acaba escutando muita coisa, mas no dia a dia, sei dos problemas que ele teve no joelho, perdeu a sogra cedo, o filho ficou 60 dias, se não me engano, na UTI. É um jogador muito decisivo, como foi no Brasileirão de 2017, ganhou a titularidade na reta final, e foi muito decisivo, só pegando rápido contra o Fluminense, São Paulo, no Morumbi. É titular, só não jogou o último porque foi expulso. É um jogador em quem acredito muito.

Gols sofridos pelo alto

– São muitas mudanças e pouco treinamento. Falam dos zagueiros na bola aérea, e os gols não estão saindo em cima deles. Daqui a pouco começam a pegar no pé de algum jogador. Foi assim com o Avelar, ainda bem que parou. Eles acreditam no trabalho, e eu acredito nos jogadores.

Fonte: Globo Esporte

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